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15 de dezembro de 2021

Alunos do 8º e do 9º ano criam campanhas de combate ao racismo

As práticas etnocêntricas (etnocentrismo consiste na visão de mundo de um grupo étnico que considera seus valores, ideias, hábitos e características culturais superiores aos de outros) levam frequentemente ao preconceito, ao desrespeito e à intolerância entre as culturas. O não reconhecimento da diversidade impossibilita a coexistência pacífica entre os povos. 

O entendimento da existência de diferentes culturas, religiões, suas particularidades, seus costumes e significados tornam possível a construção de caminhos para o diálogo. É comum vermos na televisão, rádio, jornal, rede social e internet campanhas contra o preconceito, o racismo, a intolerância religiosa. Essas campanhas refletem o esforço constante de percebermos outras culturas, religiões, não como exóticas, “primitivas” ou “atrasadas”, mas como um modo diferente de enxergar o mundo. Essa perspectiva é o caminho para o respeito e a diversidade cultural, religiosa... 

Com base na reflexão acima e após transmitir e promover o debate sobre o curta metragem "Dúdú e o lápis cor da pele", o professor de Ensino Religioso, Gilberto Kraisch, propôs aos estudantes do 8º e 9º ano a criação de campanhas de combate ao racismo 

Os estudantes desenvolveram peças gráficas muito criativas com grafismos, desenhos coloridos e frases interessantes. Confira a seguir alguns dos trabalhos.  

Reconhecer a diversidade cultural do Brasil é o caminho para o respeito às diferenças.  

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