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01 de agosto de 2019

V ExpoAgostiniana: uma homenagem ao nosso Patrono

O Colégio Santo Agostinho - Belo Horizonte realiza, de 27 a 30 de agosto, a V ExpoAgostiniana, em homenagem a Santo Agostinho, nosso padroeiro. Este ano foi escolhido como tema: "Agostinho: um homem entre outros homens” e como símbolo as Matrioshkas, bonecas russas que aninham outras dentro de si e que nos convidam a exercitar permanentemente nossa interioridade.

A ExpoAgostiniana busca atualizar o legado de Agostinho de Hipona, nosso patrono, valorizando sua filosofia, carisma e espiritualidade, em diálogo com nosso Projeto Pedagógico. 

Entenda mais sobre a V ExpoAgostiniana:

As Matrioshkas X Santo Agostinho

Por abrigarem a si, dentro de si, as Matrioshkas nos incitam a fazer uma jornada interna, em busca de nossa sabedoria latente e nos lembram da importância de reverenciarmos a nossa ancestralidade. Dialogando, pois, com essas simbologia arquetípica e sabedoria secular – com as quais as Matrioshkas nos presenteiam – desejamos percorrer, com o homem Agostinho, sua bela e instigante trajetória existencial de busca inquieta da felicidade.

Busca da felicidade mediante as coisas externas, sensíveis

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“Eu, disforme, lançava-me sobre as belas formas das tuas criaturas. Estavas comigo, mas eu não estava contigo. Retinham-me longe de ti as tuas criaturas...” (Confissões X,27,38).

Agostinho se entregava às exterioridades, às vontades da carne de maneira consciente e pueril – no que tange à inocência, de fazer por fazer, por querer, por prazer. No entanto, ao longo do tempo percebe que é preciso buscar a felicidade mais internamente, de maneira mais sutil, não no plano da matéria.

Busca da felicidade por meio da razão, da sabedoria

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“Eu passei a aspirar com todas as forças à imortalidade que vem da sabedoria.” (Confissões III,4,7).

Agostinho é o pensador da inquietude! E como homem interrogante, com uma disposição inesgotável para buscar o conhecimento, se manifestava um investigador que esquadrinhava o que lhe chegava aos olhos e aos ouvidos como sendo a verdade. Agostinho não para. Lê. Escuta. Reflete. Caminha. Aspira. Insatisfaz-se!

Busca e encontro da felicidade em seu interior

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“Tarde te amei, ó beleza tão antiga e tão nova! Tarde demais eu te amei! Eis que habitavas dentro de mim...”(Confissões X,27,38).

Desvela-se aos olhos internos de Agostinho que Deus é o bem supremo, a felicidade que tanto desejou e buscou com ardor, por décadas. A graça de Deus o encontra e o leva a si mesmo e Àquela Beleza sempre antiga e sempre nova que é a origem e o fim último de cada ser humano.

As Matrioshkas, com Santo Agostinho, nos ensinam: somos UM! Cada estágio da vida é uma oportunidade de crescimento pessoal, independentemente da idade. Encontramo-nos e buscamo-nos a cada dia! Que a V ExpoAgostiniana nos inspire a nos descobrirmos humanos, demasiadamente humanos, aspirando, também nós, a exemplo de Agostinho à Beleza sempre antiga e sempre nova! 

Érika Figueredo - Agente de Pastoral
Depas BH

Um mês de atividades 

Acompanhe toda a programação preparada com muito carinho, clique aqui.

Um pouco da História da ExpoAgostiniana 

"A ideia da ExpoAgostiniana surgiu em Madri, no ano de 2011, quando lá estávamos com um grupo de 20 estudantes, na Jornada Mundial da Juventude, e fomos a uma paróquia em que havia uma exposição dos frades agostinianos. Percebemos o envolvimento dos nossos jovens, desejando conhecer a história daqueles frades. Ali entendemos que era o momento de se trazer para o Brasil a proposta sugerida na exposição: “Conhecendo os agostinianos e suas obras solidárias.” A primeira proposta da Expoagostiniana é implementar a presença agostiniana em nosso meio, a partir de temas atuais, tendo como inspiração os ensinamentos do próprio Agostinho de Hipona. Com o acompanhamento do nosso assessor pastoral, Frei Tailer Douglas Ferreira, OSA, define-se o tema com o objetivo de se proporcionar à Comunidade Educativa o exercício da busca e da inquietude, ampliando-se a visão de mundo, e a possibilidade de aprofundamento da vivência da espiritualidade agostiniana e consequente compromisso com a comunidade." - Maria das Dores - Coordenadora do Depas. 

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