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25 de agosto de 2017

Peças de teatro, oficinas e palestras marcam o encerramento da IV Expoagostiniana

A IV Expoagostinia “Cultivar e Guardar a Criação “ (Gn, 2,15)  movimentou o Colégio  o período de 22 a 25 de agosto, com diversas atividades. Na quinta-feira, terceiro dia de exposição, as crianças do 1º e 2º ano do Ensino Fundamental assistiram ao espetáculo “É o bicho”, promovido pela AMDA – Associação Mineira de Defesa do Ambiente, que abordou a importância do respeito e do cuidado com os animais.

Outra ação especialmente significativa da Expoagostiniana foi o painel de fitinhas, modelo Senhor do Bonfim, com o tema da exposição. Cada estudante da Educação Infantil à 3ª série do Ensino Médio, recebeu duas fitinhas. Uma para ficar com ele e a outra para ser colocada no grande painel, com o pedido de um mundo melhor para todos.

Na sexta-feira, último dia da Expoagostiniana, as crianças do 1º período da Educação Infantil ao 2º ano do Ensino Fundamental tiveram a oportunidade de  aprender sobre  Astronomia e entender um pouco a dimensão do universo, por meio do Planetário, montado  na Quadra Coberta. Nesta atividade, elas acompanharam uma simulação da noite, com projeção de alguns astros típicos desta época do ano como, por exemplo, a constelação de Escorpião, Cruzeiro do Sul e Planetas visíveis a olho nu.

Houve também apresentação de uma peça de teatro em que um astronauta e um cientista comprometidos com a preservação ambiental tentam convencer um político sobre a necessidade de se preservar o Planeta Terra. Após se interagir com as crianças, o político se convence de que é mesmo preciso Cultivar e Guardar a Criação.

Os alunos participaram ainda de oficinas sobre o tamanho dos Planetas e as fases da Lua.

No último dia da Exposição, houve ainda Oficina de restauração de livros, lançamento do livro “Céu e Água, Artes Plásticas na Amazônia, de Alan Canavarro e a Palestra sobre Arte e Cerrado, com Nila Neves, artista plástica e ex-aluna do Santo Agostinho – Belo Horizonte. Ela falou da sua experiência como artista e da sua aproximação com o bioma Cerrado, por meio da fotografia, pintura e desenho. Nila é formada em artes visuais pela UFMG. Além de artista, trabalha com produção de mudas nativas do Cerrado e Mata Atlântica, com fins de recuperação ambiental.  

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