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08 de novembro de 2018

Memórias Urbanas de Belo Horizonte vivenciadas pelo 8º ano

Um lindo Sarau literário, com música, dança, teatro e poesia, realizado nos dias 6 e 7 de novembro, no Teatro Santo Agostinho, marcou o lançamento da revista virtual Memórias Urbanas e o encerramento de mais uma edição do Projeto de mesmo nome, desenvolvido pelos alunos do 8º ano do Ensino Fundamental.

Visando possibilitar às turmas conhecerem o processo de formação histórica de Belo Horizonte, suas diferentes manifestações culturais e patrimoniais, despertando, assim, um sentimento de pertencimento a esse espaço urbano do qual fazem parte, os alunos realizaram Trabalhos de Campo em diferentes locais.

No decorrer do ano, eles visitaram e pesquisaram os seguintes espaços: Mineirão (Estádio Governador Magalhães Pinto) e Museu Brasileiro do Futebol; Mercado Central; Museu Inimá de Paula; Complexo Arquitetônico da Pampulha; Museu Histórico Abílio Barreto e Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem; Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa e Praça da Liberdade e Museu de Artes e Ofícios e Praça da Estação. 

A riqueza dessa experiência e o sentimento de pertencimento à cidade, vivenciados no decorrer dos trabalhos, culminaram no Sarau Literário, no qual os alunos mostraram às famílias, por meio da arte, cenas do cotidiano da cidade, sua história, costumes e tradições.  

Na revista virtual, registraram as atividades realizadas durante o Trabalho de Campo, com imagens e diferentes gêneros textuais. Veja a revista no link abaixo:

Revista Virtual Memórias Urbanas

Confira também, nos links abaixo, os encartes especiais com informações em espanhol sobre o Museu de Artes e Ofícios:

Encarte 1

Encarte 2

Memórias urbanas

Quando estabelecemos uma relação de memória com o espaço urbano, é porque já interagimos com ele.

A memória urbana está relacionada às lembranças e a todo trabalho articulado no ato de lembrar – correspondências, relações, analogias, contrastes etc. Recordar não exige, obrigatoriamente, uma base material perpetuada na paisagem da cidade, pois a memória é construída na e pela sensibilidade, e torna-se mais real do que os próprios referentes concretos e materializados.

Considerando que a memória possibilita uma relação entre o presente e o passado, o conhecimento do próprio espaço urbano em que se vive se faz necessário para que haja o sentimento de pertencimento a esse lugar.

Veja as fotos do Sarau Literário no Flickr. 

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