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13 de maio de 2019

8º ano: turma C visita o Conjunto Arquitetônico da Pampulha

O Colégio Santo Agostinho valoriza a dimensão crítico-transformadora do ser humano, e, como se sabe, a interação com o meio cultural e social gera condições para a construção de posicionamentos críticos e transformadores. Considerando-se essa dimensão, alunos e professores do 8º ano do EF desenvolvem o projeto Memórias Urbanas que, por meio de Trabalhos de Campo, possibilita às turmas conhecerem o processo da formação histórica da cidade de Belo Horizonte, suas diferentes manifestações culturais e patrimoniais, despertando, assim, um sentimento de pertencimento ao espaço urbano em que vivem.

Visando ao desenvolvimento desse olhar crítico e ao conhecimento dos valores históricos e culturais da cidade, o Trabalho de Campo possibilita aos alunos conhecer diversos locais da nossa cidade.

Os trabalhos de Campo tiveram início no último dia 08 de maio, com a visita da Turma C ao Conjunto Arquitetônico da Pampulha.

O Trabalho de Campo possibilitou aos alunos perceberem a cidade de Belo Horizonte enquanto espaço de história e arte inserido em um contexto mais amplo, marcado pelo desenvolvimento do modernismo e pelo discurso de valorização do progresso tão presente na cultura brasileira dos anos 1950 e 1960. Além disso, conhecer esse espaço foi fundamental para que os alunos reconheçam a importância e a necessidade da preservação do nosso patrimônio.  

Conjunto Arquitetônico da Pampulha

Patrimônio da UNESCO e projetado por Oscar Niemeyer, o Conjunto Arquitetônico da Pampulha conta com diversas edificações, como a icônica Igreja São Francisco de Assis, a Casa do Baile e o Museu de Arte da Pampulha, cujo acervo reúne mais de 1600 obras.

Nota-se, também, uma riqueza paisagística do complexo, e o resultado é uma verdadeira imersão na memória, na história e na cultura de Belo Horizonte e do Brasil como um todo. Ali, os painéis de Portinari são a ponte para que se aprofundem os conhecimentos sobre a arte e sua história. É nesse local que a história de Juscelino Kubitschek (JK), de Belo Horizonte e do Brasil se cruzam.

A visita ao Conjunto Arquitetônico da Pampulha faz-nos sentir, hoje a urgência da manutenção sustentável de nosso patrimônio, lá representado pela obra paisagística imortal de Burle Marx.

 

 

 

 

 

 

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