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30 de junho de 2017

Grupo de teatro apresenta o espetáculo: Refugiados

O Grupo de Teatro do Colégio Santo Agostinho apresentará o espetáculo “ Refugiados” na próxima sexta-feira, dia 30 de junho, às 20h30, na Quadra Coberta. O texto, escrito pelos próprios alunos, relata um pouco da história dos refugiados em vários países, mostrando que no Brasil um problema semelhante atinge sobretudo a população do Nordeste, onde houve e há uma evasão de pessoas por causa da seca. Não Perca!

Refugiados

Refugiado é toda a pessoa que, em razão de fundados temores de perseguição devido a sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem e que, por causa dos ditos temores, não pode ou não quer regressar ao mesmo, ou, devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigada a deixar seu país de nacionalidade para buscar refúgio em outros países.

Um pequeno número de refugiados também chega à nova nação em função do Programa de Reassentamento, que oferece uma solução para aqueles refugiados que continuaram a ter problemas de segurança no primeiro país ao qual chegaram, ou que enfrentam insuperáveis impedimentos para a integração na nova sociedade (como a impossibilidade de obter documentação que lhes permita trabalhar, ou a impossibilidade de obter acesso à educação para os filhos menores).

Devido a esse panorama que se construiu nos últimos anos, principalmente em decorrência da Primavera Árabe, vários países ao redor do mundo, principalmente na Europa e na Ásia, têm se preparado para abrigar refugiados. A prioridade é diminuir o sofrimento dessas populações e proporcionar auxílio adequado quando essas pessoas imigram para tal país.

Os países que mais servem como porta de entrada de refugiados na Europa são Grécia e Itália, adentráveis pelo Mar Egeu e Mediterrâneo, respectivamente. Para fazer essa travessia, os refugiados se colocam em alto risco, tamanho o desespero para sair de seus países.

Para a Europa, as travessias são normalmente feitas em embarcações de estrutura precária e com preços superinflados. Alguns refugiados vendem todos os seus bens e utilizam todo o dinheiro para pagar pela viagem. Segundo a Organização Internacional para as Migrações, morreram ou desapareceram 3.771 pessoas nessas travessias no ano de 2015. Só na primeira semana de 2016, 409 pessoas morreram nessa mesma situação.

 

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