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06 de agosto de 2020

Ginástica de academia: o que é possível (e saudável) praticar nos dias de hoje?

Fora do ambiente normal de treino, devido ao isolamento social imposto pela Covid-19, os professores de Educação Física, Cristiano Jardim (Xingu) e Renata Ranieri, estão inovando a cada semana nas aulas online ao vivo, com a participação de especialistas, na discussão de temas interessantes e atuais.

Um exemplo disso, foi a aula sobre Ginástica de Academia, que teve como convidado o personal trainer, Frederico Andrade.

No bate-papo, Frederico esclareceu algumas dúvidas e ofereceu dicas sobre como praticar atividade física de forma saudável.

Segundo ele, tempos atrás a academia era vista como local onde se praticava, principalmente, musculação. Mas, hoje, a visão é outra. As academias oferecem modalidades que vão do estético corporal aos exercícios de relaxamento como yoga, alongamento, dança e outros.

Lembrando que fazer atividade física significa, sobretudo, movimentar o corpo, Frederico disse que existem muitas formas de praticá-la, fora do ambiente de academia e apresentou algumas dicas de exercícios que podem ser feitos em qualquer ambiente como, por exemplo, subir e descer escadas e fazer pequenas caminhadas. 

Alternativas para tempos de pandemia

O personal trainer falou ainda sobre os pacotes de atividade física online que, atualmente, estão sendo oferecidos “aos montes”, pela internet. Na opinião dele, são alternativas muito válidas, na maioria das vezes. No entanto, é necessário cautela para não comprar promessas falsas. “Sabemos que ninguém perde a barriga da noite para o dia. Nós somos o resultado daquilo que nosso estilo de vida permite”, afirmou.

Outra questão abordada por Frederico, no bate-papo, foi sobre os riscos de executar os exercícios em casa, sem acompanhamento. A execução errada, que é muito comum, pode causar lesões.  Por isso, é importante entender a atividade proposta e saber dosar sua intensidade, volume e duração.

“Em uma atividade física funcional, por exemplo, trabalha-se agachar, sentar, correr, pular, coisas que todos fazem brincando. Porém, eu preciso ficar atento à intensidade para não aumentar os estímulos além da minha capacidade. Mas aí, alguns me perguntam: pouca carga dá efeito?  Eu digo que dá, porque na verdade o mais importante não é o exercício em si, mas como ele é colocado, qual o seu tempo de execução, qual o meu tempo de recuperação. São muitas variáveis que são possíveis de controlar para tornar o exercício fácil, médio ou difícil”, explicou.

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