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15 de maio de 2019

8º ano: turma F reconhece espaços da nossa história

O Trabalho de Campo do projeto Memórias Urbanas, desenvolvido pelo 8º ano EF, foi realizado pela Turma F, na Praça da Liberdade e Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa.

Nesses espaços, a turma pôde reconhecer a presença de valores sociais e humanos do patrimônio  de Minas Gerais, entendendo que o conjunto arquitetônico é de grande valor histórico e cultural não apenas para os mineiros, mas, também, para a sociedade brasileira.

Patrimônio histórico e cultural

A Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa foi inaugurada no ano de 1954, sendo projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, durante o governo de JK -Juscelino Kubitschek. Atualmente, a Biblioteca tem um acervo de 260 mil títulos, disponibilizando ao público obras raras de escritores nacionais e estrangeiros, uma coleção de obras de autores mineiros, uma coleção infantojuvenil e alguns títulos em braile.

Esse patrimônio histórico é um espaço de memórias, uma vez que guarda, em seu interior, muitos registros significativos para o cidadão belo-horizontino em sua formação humana. Por meio dessa visitação, foi possível compreender como a literatura é capaz de nos reportar à heterogeneidade e à multiculturalidade da sociedade mineira.

 A Biblioteca Estadual está instalada na Praça da Liberdade, construída juntamente com a fundação de Belo Horizonte, entre 1895 e 1897. Nesse local, foi implantada, na época, a sede do poder mineiro, e o local foi projetado espelhando-se no estilo inglês. Ao longo dos anos, houve algumas modificações arquitetônicas na Praça da Liberdade, inspirada em modelos franceses. O arquiteto Oscar Niemeyer foi responsável pela projeção de importantes prédios que, na atualidade, compõem o Circuito Cultural da Praça da Liberdade.

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