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28 de maio de 2019

8º ano: Turma D visita o Mercado Central

O Trabalho de Campo do 8º Ano, turma D, foi realizado no Mercado Central, dia 27 de maio, em consonância com o objetivo prioritário do projeto Memória Urbanas, que é desenvolver um sentimento de pertencimento à cidade. No local, os alunos vivenciaram experiências que remontam à cultura da cidade. Além disso, tiveram a oportunidade conhecer produtos que constituem o patrimônio material e imaterial de Belo Horizonte e, também, de Minas Gerais.

 Atração turística da capital mineira

O Mercado Central de Belo Horizonte surgiu da necessidade de se centralizar o abastecimento alimentar dos 47 mil habitantes de Belo Horizonte, em 1929. Foi privatizado e, com o passar do tempo, se tornou atração turística da capital mineira. É um tradicional ponto comercial de produtos alimentícios, de artesanato, de ervas e de outros produtos. Ao contrário dos mercados de outras capitais brasileiras, ele manteve suas funções originais, mesmo com a concorrência dos supermercados e dos shopping centers.

  “O mercado central é um espaço urbano ‘apropriado’ pela população, no qual é possível encontrar maneiras de reocupar, recriar e reconstruir a convivência, chave da vida urbana” (Jornalista Paulo Markun). Segundo a tese do cientista social José Eduardo da Costa, o Mercado de Belo Horizonte promove a convivência entre pessoas de diferentes segmentos sociais que, ali, costumam interagir, ao contrário do que ocorre em outros locais de grande concentração popular.

 Esse é um lugar democrático, em que pessoas diversas interagem como peças importantes do mosaico social de Belo Horizonte. Em 2017, foi eleito pela população o local que representa a “Cara de Belo Horizonte”, na comemoração dos 120 anos da cidade.

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